segunda-feira, 1 de março de 2010

PRA ELA, UM POEMA

Oh Rosa dos ventos...

Me leva pra bem longe dessa violência cotidiana
Me-dá colo, me-dá colo, me-dá colo
Ame-me, ame-me, ame-me
(dizer do telefone ocupado)

A saudade de presente e nossa história tem sentido,
Além do conto de fadas,
Entre dragões reais e invisíveis
Caminho ao encontro do teu bolero
Teu sorriso é tudo de intraduzível
Há algum mal em transbordar o romantismo?
Eu sei do teu gozo,
Pernas e presença.
Doce.

06 de Abril de 2009
Rudolf Rotchild