sábado, 16 de maio de 2009

UM POEMA ESPONTÂNEO





CONFIANÇA


Minha alma chora
Clama por justiça
Até quando serei cárcere de mim mesmo
Segundo os mestres por toda a vida terá um inimigo meu
Enquanto isso eu escrevo as minhas amarras
Desato os nós

E não preocupo
O que vão dizer....
Por aí ando compulsivo
Entre o meu limite e o insaciável
Quando vou parar de comer coisas que estão fora da validade
Deus me ajude:
A encontrar o mar que eu tanto preciso,
A confiança de ficar deitado sobre suas ondas que sobem e descem durante um tempo.
Deixar sem controle
Aceito !
Rudi Rot

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